Quinta-feira, 11 de Outubro de 2007

Politécnico de Tomar inaugura centro de estudos na Golegã!

ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ.jpg SECÇÃO: Sociedade O novo CESPOGA - Centro de Estudos Politécnicos da Golegã foi inaugurado, esta terça-feira, pelo presidente da câmara local e pelo presidente do IPT – Instituto Politécnico de Tomar, através da assinatura do protocolo de acordo entre as duas instituições, que prevê os parâmetros de colaboração. O ano lectivo tem início no próximo dia 12 com o começo de dois CET (Cursos de Especialização Tecnológica) nas áreas de Gestão de Animação Turística e de Técnicas e Gestão de Turismo. Durante a cerimónia, o presidente do IPT anunciou que o director executivo do novo centro será Luís da Mota Figueiredo, director do Museu Etnográfico dos Riachos, que tem conduzido todo o processo de criação do CESPOGA em colaboração com os técnicos municipais. O protocolo institui que o director deverá assumir funções em Junho, altura em que se prevê o fim da gestão da comissão instaladora, formada por elementos escolhidos pelas duas instituições, que ficará nos próximos meses a gerir o CESPOGA. Das actividades para este ano lectivo destacam-se a Oficina de Cultura Popular prevista para 7 de Dezembro e Pós-Graduação em Gestão Autárquica de Recursos Turístico-Culturais com início a 28 de Março, que poderá transformar-se em mestrado, em sequência de negociações que estão a ser estabelecidas com a Universidade de Aveiro. Durante a cerimónia, realizada no âmbito da sessão de acolhimento aos professores para o novo ano lectivo, presidente da câmara, presidente do IPT e governador civil de Santarém realçaram a importância de mais esta descentralização do Politécnico de Tomar, que marca também presença em Mação, Abrantes e Torres Novas. A prioridade, segundo Pires da Silva, presidente do IPT, é a de criar uma rede de ensino a nível regional. Já o presidente da Câmara da Golegã, Veiga Maltez (PS), realçou o desejo autárquico – “nós somos uma urbe rural. Preferimos ser uma vila bonita, do que uma má cidade”, referiu o chefe do executivo da Golegã, cuja centralidade está patente no tempo que se demora a chegar à capital do país, “apenas uma hora”. O governador civil Paulo Fonseca preferiu destacar a importância da distribuição das valências pelas várias cidades do distrito, lançando recados políticos. “Deixemos de vez a história das capelinhas. É preciso perceber que o sucesso do CESPOGA na Golegã, é-o também para Tomar ou para Santarém”, referiu. Por: Olga Silva Diga o que pensa sobre este Artigo.


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O MIRANTE.

publicado por Bocas-Verdes às 16:22
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