Terça-feira, 28 de Novembro de 2006

Variedades de azeitonas

ZZZa-Carrasquenha.gifCarrasquenha: é uma árvore de pouco vigor e longevidade, os seus frutos têm a forma ovóide quase cilíndrica com 3á 5gr. Em verde tem a cor verde passando a amarelo e finalmente arroxeado escuro, apresentando lentículas, o caroço é ovóide com uma superfície muito rugosa e muitos estrias irregularmente distribuídas. O seu rendimento é de 22 á 24% de azeite (bom).



ZZZb-Cordovil de Elvas.gifCordovil de Elvas: a azeitona tem a forma elíptica assimétricas e encurvados no dorso de cor verde acinzentado tornando-se roxo tinhoso e apresentando lentículas, pesam entre 3 á 4gr. O seu rendimento é de 25 á 30% (alto).



ZZZc-Galega Vulgar.gifGalega Vulgar: fruto pequeno de forma cilíndrica com 1.5 a 2.5gr de cor verde médio e preto intenso em maduro, o caroço é elíptico com uma superfície lisa com estrias pouco vincadas. Tem um rendimento entre 14 á 18% (fraco).




ZZZd-Redondil.gifRedondil: os frutos de forma esférica com 3 á 6gr e com mais de 80% de polpa, têm a cor verde que passam a cor de vinho tinto e finalmente preto intenso com lentículas, o caroço é ovóide e a superfície é rugosa com estreias regulares. Tem um rendimento entre 22 a 24% (bom)


ZZZe-Galega grado de Serpa.gifGalega grado de Serpa: fruto de forma esférica e simétrica pesa entre 2.5 á 3.5gr tem a cor verde, evoluem para o verde-claro e finalmente passam a preto intenso, o seu caroço é ovóide e com superfície lisa. Tem um rendimento entre 17 á 20% (médio).

Cordovil de Serpa ou moura: frutos de cor verde-claro e evoluem para o preto vinhoso, tem um caroço elíptico de superfície pouco rugosa, a sua forma elíptica, pesam entre 3 á 4gr. O seu rendimento é de 23 á 26% (alto).


ZZZe-Verdeal de Serpa ou moura.gifVerdeal de Serpa ou moura: a azeitona de forma elíptica ou ovóide de 3 a 5gr de cor verde intensa que evoluem para cor arroxeada, caroço é elipsoidal assimétrico com superfície rugosa e estrias profundas. O seu rendimento é de 22 – 24% (bom).
publicado por Bocas-Verdes às 22:20
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Domingo, 26 de Novembro de 2006

Mação marcha contra a Violência Doméstica dia 26 de Novembro

O Grupo de Trabalho da Violência Doméstica, criado no âmbito da Rede Social de Mação, realiza hoje dia 26 de Novembro 2006, a Marcha Contra a Violência Doméstica, a propósito da comemoração do Dia Internacional Contra a Violência Doméstica.


Esta iniciativa vai contar com um percurso pelas ruas da Vila de Mação, estando o ponto de encontro marcado para as 10 horas, junto ao edifício da Câmara Municipal, terminando depois junto à Igreja Matriz, por volta do meio-dia. Quem quiser pode associar-se a esta Marcha e apoiar a causa do combate à violência doméstica.

Esta iniciativa traduz-se numa acção de sensibilização para a questão da violência doméstica, uma problemática presente no Concelho de Mação, identificada e confirmada pelo Diagnóstico Social do Concelho, elaborado no âmbito do programa da Rede Social de Mação.

O Grupo de Trabalho da Violência Doméstica tem assim envidado esforços, no sentido de procurar estratégias para combater esta situação, através de um conjunto de acções de sensibilização e informação sobre os principais contornos deste problema social.

Este Grupo de Trabalho é constituído por entidades como a Câmara Municipal de Mação – através do Serviço de Acção Social –, o Centro de Saúde, o Posto Territorial da Guarda Nacional Republicana de Mação e o Agrupamento de Escolas Verde Horizonte. Resulta da vontade de compreender, empreender e intervir em situações tão complexas, que causam enorme sofrimento e consequências negativas para a saúde física e
publicado por Bocas-Verdes às 23:46
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Sexta-feira, 24 de Novembro de 2006

Ascensão e o declínio da industria portuguesa do azeite.

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Com o surgimento de novos mercados a produção do azeite em Portugal vai passar por um período mau, e por isso vão ser feitas algumas tentativas para aumentar a produção, como a introdução de novas técnicas vão surgir novas fábricas.

1803 – Construída 1ª fábrica do azeite com máquinas a vapor de Carlos Pecquet dos Anjos, na quinta de Monte alegre arredores de Lisboa.

1859 – Alexandre Herculano ideólogo de liberalismo, e historiador vai começar a fabricar o 1º azeite sem acidez (comestível), onde vai receber o prémio nas exposições internacionais de Anvers 1894 e de Paris 1889.

1840 – Inicia-se um movimento de renovação dos lagares que atinge maior expressão nas duas ultimas décadas do séc. XIX.

1896 – Surge a de Aferrarede no distrito de Santarém, fundada por Michelon e Combemale com maquinas a vapor de 60 cavalos e que na época de safra empregava 275 operários.

1900 – Passam a existir em Portugal 11 fábricas de azeite, que empregavam 672 operários.

O sector do azeite possuía também empresários de grande importância cuja acção reivindicadora era o condicionamento da importação de azeite e outros óleos como o de menduhim.

1929 – É reconhecido como óleo alimentar o óleo de menduhim era produzido pela CUF através da casa Gouveia que monopolizou o mercado.

1937 – Ficou marcado por uma colheita fraca e para agravar vai juntar se a guerra civil Espanhola que vai interromper as exportações provocando a subida do preço do azeite e consequentemente uma concorrência do óleo.

O governo vai intervir concedendo créditos á produção ao mesmo tempo cria a junta nacional do azeite que tinha o papel de coordenar e regular economicamente o mercado e intervir sempre que necessário.

Apesar disto os agricultores não viram as suas exigências correspondidas " o fim do reconhecimento do óleo de menduhim enquanto alimento" isto porque enfrentavam o poderoso "loby" da industria do óleo.

As actividades da junta eram articuladas com um outro organismo inicialmente chamado Grémio dos exportadores de azeite e depois Grémio dos Armazéns e exportadores de azeite.

Entre 1945 e 1947 registra-se um surto de estruturas industriais no país, entre os quais se contavam os lugares do azeite, toda via este desenvolvimento conduziu ao êxodo das populações rurais para as cidades, tornando escassa a mão de obra na agricultura. Por outro lado nos anos 50 o governo passou a fomentar a indústria de óleos alternativos e ate mesmo a cultura de certas sementes oleaginosas como o cártamo, girassol.




Registra se a que do azeite a partir da década de 60, os efeitos prolongam se ate aos dias de hoje.
publicado por Bocas-Verdes às 17:07
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Domingo, 19 de Novembro de 2006

Origem do azeite.

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Tanto os gregos como os romanos eram verdadeiros entusiastas na produção do azeite e peritos em descobri-lhe aplicações.

Por muito séc. o cultivo da oliveira ficou restrito a poucos países como: Espanha, Grécia, França, Portugal, e norte de África.

Desde as civilizações antigas mediterrânicas que o azeite é utilizado não só como alimento, mas também como produto básico na medicina tradicional, na higiene, e na beleza.


Historia do azeite em Portugal

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A oliveira é uma da era terciária, e com origens na zona da Ásia menor (Turquia) que teve um crescimento espontâneo nas zonas do mediterrânicas. De acordo com vários autores foram descobertos também traços da sua existência no norte de África no período paleozóico superior.

O cultivo da oliveira no médio oriente remontam a 3000 a.C (na zona do crescente fértil), ao longo deste percurso a oliveira foi levada da Ásia menor e do Egipto para á Grécia através de Cécrope, fundador de Atenas em 1582 a.C. O povo da Grécia já conhecia a oliveira brava mas foi do Egipto que chegou a variedade cultivada, aperfeiçoando-se então dos processos de extracção do azeite.

A oliveira foi consagrada a deusa de Atenas e tornada símbolo de sabedoria, abundância e paz.

Em Portugal os vestígios da presença da oliveira datam da idade do bronze, mas só no séc. XV e XVI é que o seu cultivo se generalizou em todo o país. Vários historiadores atribuem aos romanos a responsabilidade do início do cultivo da oliveira na península ibérica.




O 1º documento salvaguardando a mancha de oliveiras do país foi chamado "código visigótico" que previa uma multa de cinco soldos para quem arrancasse uma oliveira alheia.


Os árabes foram os grandes impulsionadores do cultivo e exploração das oliveiras, e colocavam a oliveira acima de todas as outras espécies. Foram os seus descendentes que após a reconquista que continuaram assegurar as explorações olivícolas na Estremadura e Alentejo.

1932 – É regulamentado o ofício de lagareiro em Évora, e mas tarde em Coimbra 1515 e Lisboa em1572.

Tomar sede da ordem dos Templários viu regulamentada a exploração olivícola em 1162 por autoridade do mestre Gualdim Pais no 1º foral concedido aquela vila.

A partir do séc. XII o azeite torna-se um dos principais produtos de exportação, e em 1650 o azeite era o produto mais exportado para a Inglaterra.

1555 – O rei D João III estabeleceu que não seriam taxados de impostos o azeite, pão, e o vinho.

As descobertas marítimas, as conquistas de África, e o Oriente a cultura do azeite acaba por chegar a América e assim espalhando-se por todo mundo onde as condições climatéricas fossem favoráveis ao seu desenvolvimento. Isto trouxe inevitáveis repercussões na produção do azeite pois aprecem novos mercados externos Índia e Brasil
publicado por Bocas-Verdes às 15:43
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Domingo, 12 de Novembro de 2006

História da Cortiça

img_colheita_05.jpg Em Portugal o sobreiro, árvore autóctone, cobria uma área muito maior do que a que presentemente ocupa. País de florestas, mais do que culturas de campo e prado, explorou sempre a cortiça.

Desde que o Homem começou a produzir vinhos, cervejas e licores, produziu rolhas de cortiça para vedar os recipientes. Os egípcios já usavam tampões de cortiça para vedarem as ânforas tal como os gregos ou os romanos
e até os fenícios para todos estes povos a cortiça era um elemento indispensável e seguro. Existe ainda hoje uma ânfora do século III, com vinho ainda bebível, sob a rolha que o conservou.

No século XVII a cortiça foi usada pela primeira vez como vedante de garrafas de Champanhe pelo Frade Don Pierre Pérignon. Em 1891 foram fabricados os primeiros aglomerados e em 1920 aparece o parquet de cortiça.

Hoje a cortiça usa-se em inúmeros revestimentos e decoração, na construção civil, em qualquer intra estrutura urbana e até na aeronáutica.


Portugal é, e continua a ser, a nível mundial, o maior produtor e exportador de cortiça.
O QUE É A CORTIÇA img_colheita_06.jpg


A cortiça é um produto extraído da casca da Quercus Suber L, ou sobreiro, uma árvore originária das terras da orla do Mediterrâneo. A cortiça é, essencialmente, a parte exterior da casca da árvore.

Impermeável a gases e líquidos, é também resistente ao fogo e insectos e não é afectada pela água. O ácido tânico diminui ainda mais qualquer tendência para uma deterioração natural, transformando a cortiça num produto virtualmente indestrutível.

Sendo assim é perfeitamente compreensível que os sobreiros vivam durante cinco séculos ou mais

COLHEITAimg_colheita_04.jpg




A primeira extracção é feita quando a árvore atinge, pelo menos, os 25 anos de idade. As seguintes são feitas de 9 em 9 anos.

As tiradias decorrem durante a Primavera e Verão, época em que a arvore se encontra em condições para tal. Desde longa data que trabalhadores especializados separam a casca de cortiça do tronco do sobreiro com o tradicional machado. Esta é uma operação demorada e requer muita precisão e cuidado. Depois da cortiça extraída o último algarismo do ano da tiradia é pintado no tronco do sobreiro afim de se saber qual o próximo ano em que há extracção.

A cortiça é seleccionada e empilhada nas herdades podendo aí ficar até um ano depois da extracção. Durante este período poderá ganhar humidade de acordo com as condições meteorológicas a que é sujeita.

Os compradores visitam as herdades com o objectivo de seleccionar as pilhas com a cortiça que lhes interessa.
publicado por Bocas-Verdes às 06:28
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Sexta-feira, 3 de Novembro de 2006

Mas o grande problema é que a maioria dos produtores de medronho não está

Authoridades ”apretam” produtores de medronho2006-10-18 | . - Até há poucas décadas, a aguardente de medronho constituía uma das três principais fontes de rendimento das populações da serra algarvia, juntamente com o queijo de cabra e o mel. O medronheiro ocupava uma extensa área do território serrano. Só para ter uma ideia, até aos anos 50, esta árvore de fruto abrangia cerca de 10 mil hectares do concelho de Monchique (25 por cento do território do município), tendo decrescido para menos de um terço actualmente. Os registos a que o nosso jornal teve acesso apontam para uma produção média de 500 a 600 mil litros de aguardente na área de Monchique, na década de 60, sendo a maior parte produzida para consumo próprio e só cerca de 36 por cento era destinada à venda no comércio. Com o passar dos anos, a produção de aguardente de medronho na região sofreu um forte decréscimo, tendo caído para um valor que oscila entre os 50 e 80 mil litros anuais, no início de 1980. Em 2001, segundo dados do Ministério da Economia, existiam apenas 266 produtores registados de aguardente de medronho, localizados, na sua maioria, nos concelhos de Loulé, Silves, Tavira e Monchique. Mas o grande problema é que a maioria dos produtores de medronho não está licenciada, apesar de o processo de legalização – que passou a ser responsabilidade das autarquias – ter sido lançado há cerca de dois anos.
medronho.bmpNome cientifico: Arbutus unedo O Medronheiro

Características do medronheiro:
O medronheiro é um arbusto ou pequena árvore de folha persistente (existem folhas na sua copa durante todo o ano). Esta árvore pode atingir os 8 a 10 m de altura, embora nos tenham informado que normalmente não passa dos 5 metros. O medronheiro possui ramos erectos e copa arredondada, dotada de um tronco coberto por uma casca castanha ou vermelha, fissurada que se desprende nas árvores já mais antigas.
As suas folhas são muito parecidas com as do loureiro e medem entre 4 a 11 cm de comprimento. As folhas, elípticas, apresentam uma cor cinzento - esverdeadas, não dentadas, de margens serradas, são brilhantes e enceradas. A parte superior da folha é mais escura e a inferior mais pálida.
As flores são brancas com toques cor de rosa, são flores pequenas que surgem no Outono em cachos pendentes de até 20 flores, entre os frutos do ano anterior.
Os frutos são uma baga redonda e verrugosa com aproximadamente 3 cm de diâmetro.

Os seus frutos surgem nos raminhos verdes dando cor à árvore, uma vez que nascem amarelos e progressivamente vão tornando-se vermelhos.
O Medronheiro desenvolve - se nos bosques, no mato e nas regiões rochosas, principalmente em solos ácidos, da Península Ibérica à Turquia.
Os frutos, bagas vermelhas comestíveis são utilizadas para fazer licores, aguardentes e conservas.
Em Portugal cultiva - se como árvore de fruto e como árvore ornamental, já que quando está carregadinha de frutos e flores é uma árvore muito bonita.

Utilizações:
O fruto é comestível e com ele pode-se preparar uma aguardente de excelente qualidade (aguardente de medronho). As folhas são usadas na medicina popular pelas suas propriedades diuréticas e anti-sépticas. As folhas e a casca são muito ricas em taninos e eram usadas para curtir peles. A sua madeira é apreciada para fabricar carvão vegetal.
O medronheiro é uma espécie relativamente comum aqui perto da nossa escola.
Esta espécie aparece, normalmente, com porte arbustivo, podendo no entanto, com a idade e quando as condições ecológicas são favoráveis, aparecer como pequena árvore.
Na Escola Nossa Senhora da Luz, em Arronches, existem pequenos medronheiros que com a sua beleza enfeitam e dão cor a toda a escola.
Atenção: Os medronhos são também famosos pela capacidade de provocar embriaguez e dor de cabeça a quem consome muitos, uma vez que quando maduros, possuem uma certa quantidade de álcool.
Curiosidades:
Aguardente do Medronho:


A aguardente de medronho (medronheira) é produzida a partir dos frutos com o mesmo nome (medronho) que se cultivam nas serranias do Algarve. Pode dizer-se que é uma bebida regional. No entanto também se produz noutras zonas do país, embora em menos quantidade.
A produção
A fruta é fermentada em tanques de madeira ou barro. Actualmente a fermentação também se faz em depósitos de cimento, mas só em destilarias de significativa dimensão. A fermentação é natural e dura entre trinta a sessenta dias. Os tanques devem ser cobertos com frutos esmagados para evitar o contacto com o ar. É necessário adicionar uma parte de água para cinco partes de fruta. Depois de fermentado o produto deve ser guardado durante sessenta dias e bem protegido do ar. Hoje em dia existem destilarias semi-industriais. No entanto, a melhor aguardente é aquela que é produzida por destilação descontínua (fogo directo).
Uma boa aguardente de medronho é transparente, com o cheiro e o gosto da fruta.
Nas montanhas, uma boa aguardente deve ter 50º.
No entanto a sua comercialização faz-se entre os 40º e 50º.
Envelhecimento
A qualidade da aguardente aumenta quando esta é amadurecida/envelhecida em barris durante oito anos. Este período de envelhecimento não deverá ser prolongado por mais tempo pois não terá qualquer efeito na qualidade da aguardente.
O medronho bebe-se, normalmente, com o café. Os puristas consideram que deve ser bebido à temperatura ambiente, embora algumas pessoas prefiram bebê-lo frio.
O famoso licor algarvio Brandymel é feito com medronho.
Uma lenda...
HISTÓRIA DO PEDIDO QUE O DIABO FEZ A DEUS
O Diabo julgava-se inteligente e andava sempre à espreita para ver se apanhava alguém distraído para pregar as suas partidas.
Um dia ele, pensando que Deus estivesse distraído, fez o seguinte pedido:
- Ó Senhor, vós que possuis tantas árvores oferecei-me duas, o medronheiro e a laranjeira.
O Senhor disse-lhe:
- Pede as árvores quando não tiver flor nem fruto.
Mas a laranjeira e o medronheiro têm sempre flor ou fruto, se calhar até as duas coisas ao mesmo tempo. Por causa disso, o Diabo nunca mais pode voltar a falar nessas duas árvores.
Trabalho realizado pelos meninos da Escola do 1º Ciclo de Hortas de Cima
publicado por Bocas-Verdes às 14:11
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