Sexta-feira, 12 de Outubro de 2007

Incêndios: Associação Nacional de Bombeiros Profissionais faz balanço "bastante positivo"

Lisboa, 11 Out (Lusa) - A Associação Nacional de Bombeiros Profissionais (ANBP) manifestou hoje no seu Conselho Geral agrado pela forma "bastante positiva" como se enfrentaram os incêndios florestais, sem deixar de apontar algumas críticas à situação da classe. zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz.jpg A ANBP considera, no seu balanço, que "houve uma melhor gestão de meios e de recursos humanos" e que a constituição e a coordenação de equipas profissionais contribuiram para a "obtenção de bons resultados", como já defendiam propostas antigas dos bombeiros. Destaca, também, que a campanha desenvolvida pelo Ministério da Administração Interna, junto da comunicação social e do público em geral, ajudou a "prevenir comportamentos de risco e a alertar para os perigos do uso indevido do fogo na floresta". Aquela estrutura de classe salienta, ainda, que as condições atmosféricas "ajudaram à diminuição dos incêndios e no combate dos mesmos". Contudo, o presidente da ANBP, Fernando Curto, em declarações à agência Lusa no final da reunião do Conselho Geral, apontou críticas à gestão do ataque aos incêndios florestais ocorridos em Sintra e em Mação, considerando que houve "descoordenação" entre os vários agentes no terreno. zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzfogos.jpg Fernando Curto disse que "a aplicação da legislação que prevê a criação de comandos municipais articulados com os comandos distritais [de operações de socorro] melhora a coordenação do trabalho dos bombeiros". A situação profissional esteve também em discussão na reunião de hoje, tendo a ANBP voltado a propor uma carreira única para todos os bombeiros profissionais. Além disso, a ANBP contesta o modelo de aposentação que prevê os mesmos critérios de avaliação para os bombeiros e para outras profissões, quando estas não estão sujeitas "ao mesmo risco nem ao mesmo desgaste rápido". Ainda segundo os bombeiros profissionais, os cargos de comando devem ser ocupados por bombeiros e não por militares, uma transição que deve ser concretizada "num curto espaço de tempo". BZC. Lusa/Fim
publicado por Bocas-Verdes às 17:37
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