Quarta-feira, 10 de Outubro de 2007

Valnor já distribuiu mil ecopontos por Portalegre

A Valnor, empresa responsável pela reciclagem do lixo no Norte Alentejano, já distribuiu mil ecopontos pela região, mas o objectivo é chegar aos 1.800 até 2010, para atingir a taxa de um por cada cem habitantes.
Em declarações à agência Lusa, o administrador delegado da empresa multimunicipal Valnor - Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos, Pinto Rodrigues, realçou hoje a importância de prosseguirem as campanhas de sensibilização dirigidas às populações do Norte Alentejano.

Para o responsável, é necessária a colocação de mais ecopontos na região, para promover a separação e reciclagem dos resíduos.

«Vamos continuar a desenvolver campanhas junto das populações e das escolas por considerarmos que são essenciais para sensibilizar os habitantes do distrito de Portalegre para a separação dos lixos», salientou. De acordo com Pinto Rodrigues, a Valnor quer também atingir este ano os 50 quilos anuais de material reciclado por habitante, contra os 34 quilos per capita registados em 2006.

«Num distrito onde, em 2002, não existia recolha selectiva, os 50 quilos anuais de material reciclado por habitante são muito importantes e traduzem um valor que está no topo do ranking nacional», realçou.

No entanto, acrescentou, para o cumprimento das normas europeias ainda há «muito mais» por fazer.

Além dos 50 quilos per capita a atingir este ano, a empresa planeia chegar, em 2010, os 75 quilos/ano por habitante.

O responsável explicou que cada habitante do distrito de Portalegre produz, anualmente, cerca de 500 quilos de lixo, sendo que a Valnor pretende que 20 por cento desses resíduos sejam reciclados daqui a quatro anos.

Uma passível de ser alcançada, frisou, Pinto Rodrigues, pois 60 por cento do lixo produzido no distrito (papel, cartão e vidro) é reciclável.

A Valnor é a empresa responsável pela gestão, valorização e tratamento dos lixos produzidos em 19 municípios, 15 deles do distrito de Portalegre, aos quais se juntam Mação, Sardoal e Abrantes (Santarém) e Vila de Rei (Castelo Branco).

A empresa tem como accionistas a Empresa Geral de Fomento, detida em 100 por cento pela Águas de Portugal, representando 51 por cento do capital, e os 19 municípios que abrange, com os restantes 49 por cento.

Diário Digital / Lusa
publicado por Bocas-Verdes às 17:47
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